sábado, fevereiro 14, 2009

DEUS, RAZÃO DE TUDO!

Deus é a brisa da manhã que toca suavemente o seu rosto, é a força do mar que vai e vem em doce balanço. Deus é o primeiro raio de sol que aquece seu corpo, é também o último, que traz a noite para o teu descanso. Deus é a gota de chuva que renova a vida, é o cheiro da terra molhada que se espalha pelo vento. Deus é a calma do crepúsculo, é o mar sem revolta, é o infinito do céu azul que te cobre a cabeça. Deus é misericordiosa planta, que cede seus elementos para a cura das tuas feridas. Deus é a sabedoria dos que se dedicam a ensinar, curar, ouvir, diagnosticar, consolar, dividir. Deus é a bendita fruta que te alimenta. Deus não subtrai, soma, multiplica, e por amor a todos nós, dividiu seu Filho mais amado com quem não soube reconhecer a sua Luz. Deus é amor, é vida e justiça, e por tantas coisas que nos oferece, nós agradecemos e pedimos humildemente, que nossa casa, seja digna de receber um pouco da sua Grandiosa Luz, através do seu filho, nosso querido e amado, Jesus. Que Ele esteja em sua casa ainda hoje e te dê a vida com abundância, afinal de contas, você é uma das pessoas mais importantes na lista de Deus!

A VERDADEIRA AMIZADE NÃO PRECISA DE PALAVRAS!


Dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador. Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno. Até que um dia, chegou a grande colheita. Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos. Cada um seguiu o seu rumo.À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou : "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu". Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando : "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar. As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter". Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente. Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção.Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.